Morango – potente, versátil, delicioso!

 

Morango
Os benefícios do morango para a saúde são diversos.
Seu sabor leve e marcante são a combinação ideal que faz desta fruta umas das mais versáteis na cozinha!
*Previne doenças cardiovasculares
O morango é um alimento rico em fibras e incorporá-las na alimentação ajuda a reduzir os riscos de pressão alta, acidente vascular cerebral (AVC) e doenças arteriais e auxilia o fortalecimento do sistema imune.
*Melhora a capacidade mental
O zinco presente no morango estimula as habilidades de pensamento, a vitamina C, a agilidade mental, já a vitamina B reduz os níveis de homocisteína que podem contribuir para a doença do Alzheimer.
*Combate a obesidade
As proteínas, fibras e gorduras boas presentes no morango causam sensação de saciedade, diminuindo a quantidade de alimento a ser consumida e aumentando o intervalo de tempo entre uma refeição e outras. É o efeito inibidor da fome que combaterá a obesidade.
*Mantém a saúde dos olhos
A zeaxantina é um carotenoide responsável por dar a cor vermelha à fruta e que está presente tanto no morango como no olho humano. Quando ingerido, este composto ajuda a proteger os olhos da luz solar e dos raios ultravioletas do sol, prevenindo o aparecimento de cataratas no futuro, por exemplo.
*Ajuda a manter a pele firme
A vitamina C presente no morango é um dos principais componentes que o corpo utiliza para a produção de colágeno que é responsável pela firmeza pele.
*Fortalece o sistema imune
Os morangos são uma fruta com elevado conteúdo em vitamina C, uma vitamina que ajuda a fortalecer o sistema imunitário e a aumentar a produção de células de defesa, fortalecendo a resistência natural do corpo a infecções, como gripes ou resfriados.
Consuma morangos orgânicos pois todos estes benefícios são potencializados e vc não ingere agrotóxicos!!

PANCs – Plantas Alimentícias Não Convencionais

As PANCs – Plantas Alimentícias Não Convencionais, são plantas com potencial alimentício e desenvolvimento espontâneo, mas que são consumidas em pequena escala ou utilizadas apenas em algumas regiões, não sendo produzidas comercialmente, de uma maneira geral.
De acordo com dados da ONU, apenas 30 espécies de plantas atendem a 95% da demanda humana por alimentação – isso em um universo de mais de 30 mil espécies. Quando consumimos sempre os mesmos alimentos, deixamos de absorver uma variedade de nutrientes essenciais à nossa saúde. Por isso, quanto mais variado e colorido for seu cardápio de vegetais, melhor!
As PANCs são frequentemente confundidas com ervas daninhas, porém, exatamente por serem nativas, é que elas aproveitam melhor os nutrientes do solo e, assim, são também interessantes à nossa saúde. Elas são ricas em fibras, antioxidantes e proteínas – inclusive, com concentrações de alguns nutrientes muito superiores às verduras que estamos acostumados a consumir. Costumam ser saborosas, fáceis de incluir na alimentação e ainda podem ser cultivadas em casa. Mas atenção, é preciso ter informação adequada sobre como identificar e preparar corretamente as PANCs, para se evitar confusões e não consumir ervas tóxicas, e não consuma PANCs provenientes de locais poluídos ou desconhecidos.
PANCs MAIS COMUNS:
*ORA-PRO-NOBIS: é muito comum na culinária mineira e riquíssima fonte de proteínas, aminoácidos e ferro. É bastante recomendada em dietas veganas e vegetarianas, mas todos podem se beneficiar de suas propriedades. Há estudos que mostram que ela pode ajudar a prevenir diabetes, câncer de cólon, varizes, tumores intestinais e hemorroidas.
*PEIXINHO: é uma suculenta e de cor verde-prateada, também conhecida como lambari da horta. Atua contra a tosse e irritações da faringe, além de apresentar ação microbiana e emoliente, amaciando e suavizando a pele. Pode ser servido frito ou empanado, em pratos elaborados ou como petiscos.
*CAPUCHINHA: podem ser consumidas as folhas, flores e sementes da planta. Ela possui sabor picante semelhante ao agrião e é rica em beta-caroteno, vitamina C e minerais, como potássio, cálcio e zinco, além de compostos sulfurosos benéficos ao sistema imunológico. Ajuda nos tratamentos de infecção urinária, insônia, é diurética, digestiva e sedativa.
*AZEDINHA: também chamada de erva-vinagreira, a azedinha é rica em ferro. Como seu nome já diz, apresenta um sabor ácido característico e pode ser consumida tanto crua quanto cozida, em sucos, saladas, refogados, massas e sopas. Porém, não deve ser consumida em grandes quantidades, pois possui uma alta concentração de ácido oxálico.
*CARURU: deve ser consumido exclusivamente cozido, para que as substâncias anti-nutricionais que algumas espécies possuem, sejam destruídas pelo calor. As folhas, principal parte da planta utilizada, possuem sabor semelhante ao espinafre e é normalmente é preparado refogado. É rico em beta-caroteno, vitaminas C, A, B1 e B2, magnésio, ferro, potássio, zinco, cálcio, fibras e compostos fenoicos, importantes anti-inflamatórios e antioxidantes que podem auxiliar na prevenção de casos de Alzhemeir e de Parkinson. Auxilia também no controle da pressão arterial, e também é recomendada para o combate de infecções e problemas hepáticos.
*TAIOBA: tem aspecto macio e sabor suave, é rica em cálcio, ferro, fósforo e vitaminas A e C. As folhas, os talos e a batata podem ser consumidas, porém devem ser SEMPRE COZIDAS para eliminar os efeitos do oxalato de cálcio presente na planta. Mas deve-se ter cuidado, pois existe a taioba comestível e a taioba brava, que é tóxica! A folha da taioba comestível é inteira verde, folha e talo. Folhas de plantas semelhantes com talo roxo, portanto, não devem ser ingeridas. Recomenda-se utilizar folhas novas com os talos, que devem ser bem lavadas, cortadas em tiras e fervidas por três minutos. Também pode-se apenas refogar muito bem, sem fervê-las na água. Auxilia na prevenção da osteoporose em mulheres na pós- menopausa, melhora a visão, combate a prisão de ventre, fortalece o sistema imunológico e previne anemia e osteoporose.
*BELDROEGA: suculenta e rasteira, pode-se utilizar suas folhas cruas ou refogadas, e suas sementes também são comestíveis. É rica em ômega 3, que melhora o sistema imune e ajuda a regular o colesterol, e também em antioxidantes e vitaminas A e C. Também apresenta propriedades diuréticas, analgésicas e anti-glicêmicas.
*DENTE DE LEÃO: pode ser consumida a planta inteira. É rica em potássio, vitaminas A, B, C e D. Possui também ação diurética, desintoxicante, e antioxidante. Reconhecida como uma das PANCs mais comuns, o dente-de-leão possui uma poderosa ação digestiva, recomendada para tratamentos do fígado. Pode ser utilizada para fazer chás, saladas, recheios, etc.
*SERRALHA: é muito parecida com o dente-de-leão, porém é possível diferenciá-las. A Serralha possui caule longo e desenvolve cachos de flores amarelas, enquanto o dente de leão tem apenas uma flor. Conhecida por combater dores no estômago e desintoxicar o fígado, é rica em minerais e vitaminas do complexo B, e tem ação anti-inflamatória, anticancerígena e purificante.
*FOLHA DE ABÓBORA: é rica em cálcio, ferro, vitamina B6 e muitos outros nutrientes, e pode ser consumida como uma verdura. Ela ajuda bastante a atenuar os efeitos da TPM, fortalecer ossos e dentes e melhorar o aspecto da pele.
Se você ficou interessado e quiser saber mais sobre as PANCs, neste link você pode acessar um livro gratuito que tem bastante informação:

Castanha do Brasil, uma riqueza da Amazônia

CASTANHA DO PARÁ
A castanha-do-brasil, também conhecida como castanha-do-pará, castanha-da-amazônia, castanha-do-acre, é uma semente oleaginosa que provém de uma árvore amazônica de grande porte, muito abundante no norte do Brasil. É um tesouro nacional que ganhou o mundo pelo seu sabor, versatilidade e propriedades nutritivas.
Ela vai bem na preparação de tanto de doces quanto de salgados e é uma ótima opção para quem busca uma vida mais saudável, pois é rica em gorduras boas e em um mineral chamado Selênio. Em média, uma única unidade (aproximadamente 6g) possui o dobro da dose de selênio recomendada por dia a um adulto saudável.
Confira alguns benefícios do consumo da castanha-do-brasil:
·         Melhora os níveis de lipídios e glicose no sangue.
·         Regula os níveis de colesterol no sangue, reduzindo, assim, os riscos de doenças no coração.
·         Regula a produção dos hormônios da tireoide, o T3 e o T4.
·         Combate a síndrome metabólica (conjunto de condições que aumentam o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e diabetes, como hipertensão arterial, nível elevado de açúcar no sangue, excesso de gordura corporal em torno da cintura e níveis de colesterol anormais).
·         Auxilia na prevenção de doenças neurológicas e cognitivas como o Alzheimer.
·         Neutraliza os radicais livres, moléculas que causam inúmeros prejuízos à saúde.
·         Prolonga a sensação de saciedade.
·         Auxilia no combate à obesidade.
É tudo de bom, além de ser uma delícia! Só não vale exagerar na dose, pois como ela é bastante gordurosa, o ideal é consumir com moderação. A indicação mais comum é consumir duas unidades por dia, para já se obter todos os benefícios que ela traz!
Fique atento à procedência, compre em locais que você confia e, de preferência, já previamente embaladas.
E você, gosta dessa maravilha brasileira? Nós adoramos e consumimos todos os dias!

Receita Peixe Assado com Crosta de Castanhas

Peixe assado com crosta de castanhas

1 pacote de filé de tilápia Korin
1/2 xícara de farinha de mandioca flocada
1/4 xícara de castanhas trituradas grosseiramente (da sua preferência, mas a dica é que com castanha do Pará ou amêndoas fica DELICIOSO)
50g manteiga gelada
1 limão espremido
azeite, sal e temperos a gosto

Descongele e tempere o peixe com pelo menos 2h de antecedência para ficar bem saboroso.
Preaqueça o forno a 200 ºC (temperatura média). Unte uma assadeira média com azeite.
Pique as castanhas grosseiramente e corte a manteiga em cubos.
Numa tigela, misture a castanha com a farinha de mandioca, tempere com uma pitada de sal e pimenta a gosto. Junte a manteiga e misture com as pontas dos dedos, até formar uma farofa úmida.
Transfira os filés de tilápia para a assadeira e regue cada uma com um fio de azeite. Disponha a farofa igualmente sobre cada filé, pressionando delicadamente para fixar – não pressione demais, senão não fica bem crocante!
Leve ao forno para assar por cerca de 20 minutos, ou até a crosta ficar dourada – o peixe deve estar assado mas ainda úmido no centro. Retire do forno e sirva a seguir.

Você pode acompanhar como preferir, com batata, abóbora, inhame, em pedaços ou purê, com uma boa salada, ou como fizemos nessa foto – com guacamole e uma saladinha básica, ficou UMA DELÍCIA! E é muito fácil e rápido de fazer!

Que tal essa dica pro seu almoço de Sexta-feira Santa? 

Esta receita é uma adaptação nossa da receita original da Rita Lobo – Robalo com crosta de castanha de caju.

Chocolate faz bem ou faz mal?

Aproveitando que a Páscoa está chegando, vamos falar um pouco sobre ele: o chocolate.

Sabemos que o chocolate promove inúmeras reações no corpo, inclusive aquela sensação de bem-estar, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

O cacau é considerado o alimento de maior nível de antioxidante do mundo, sendo um dos chamados super alimentos! Ele é rico em minerais como Zinco, Magnésio, Cálcio, Fósforo, Potássio, Selênio, Ferro, além de ser fonte de fibras.

O cacau é uma planta de origem Amazônica, e os antigos povos das Américas o chamavam de “Alimento dos Deuses”. A palavra chocolate é de origem Maya, e quer dizer água amarga, pois por mais de 4000 anos, Mayas e Aztecas consumiram uma bebida amarga produzida com o cacau.

O chocolate em barra surgiu após a criação de uma prensa que permitiu separar a gordura (manteiga) do cacau, que foi adicionada ao leite, ao extrato de cacau, frutas, mel ou açúcar e se transformou no chocolate como o conhecemos hoje. O chocolate ao leite foi inventado por um suíço em 1879.

A partir de 1975, a fim de se reduzirem custos, iniciou-se o uso da gordura vegetal hidrogenada substituindo manteiga de cacau e leite para a fabricação do chocolate, e posteriormente também se passou a adicionar a lecitina de soja. O grande problema é que os Óleos Vegetais são nocivos à saúde, principalmente na forma de gordura hidrogenada.

Até 2005 a legislação brasileira exigia um mínimo de 32% de sólidos de cacau na composição do chocolate, porém a partir desse ano a exigência baixou para apenas 25%. Por isso que é notável a diferença no sabor e na textura dos chocolates que encontramos no mercado hoje me dia, em relação àqueles que consumíamos há anos atrás, ou mesmo em relação aos chocolates europeus atuais, já que a União Europeia exige um teor mínimo de 35% de matéria seca de cacau.

Mas calma, há esperança!! É possível encontrar chocolates de excelente qualidade se você souber procurar! Verifique os rótulos, veja a composição dos produtos e prefira aqueles que não têm GVH (gordura vegetal hidrogenada). Os chocolates com 70% ou mais cacau são facilmente encontrados e são muito mais saudáveis que os comuns. Alguns deles ainda têm um teor alto açúcar, mas existem aqueles com teor reduzido ou então adoçados com açúcar de coco (de baixo índice glicêmico), ou estévia (adoçante natural, considerado o mais saudável).

Aqui na loja temos ótimas opções como estes:

*Only4: 70% cacau, vegano e adoçado com açúcar de coco.

*Chocolife: 67% cacau, vegano, com leite de coco, adoçado com estévia e rico em fibras.

*Native: 75 a 85% cacau, sem lácteos, orgânico.

Veja as opções aqui: https://organicossaocarlos.com.br/categoria-produto/chocolates/

Agrotóxicos, o problema é ainda maior do que parece

 

Em solidariedade à pesquisadora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) Larrissa Mies Bombardi, que publicou em 2019 seu atlas “Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia” e que, por estar sofrendo ameaças e perseguições por conta disso, está se exilando fora do país, publicamos aqui um trecho do livro “Pragas, agrotóxicos e a crise ambiente, de Adilson Paschoal, professor Sênior do Departamento de Entomologia e Acarologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, USP.

“No Brasil, embora pouquíssimos dados concretos existam sobre os efeitos colaterais dos agrotóxicos, já se sabe que em linhas gerais eles causam os mesmos problemas observados em outros países.

Há uma diferença, porém, que tem escapado à observação dos pesquisadores, principalmente porque o número de ecologistas e de estudos ecológicos nos trópicos e subtrópicos é deveras escasso: a intensidade desses efeitos deve ser muito mais acentuada nas condições de baixa latitude do que nas condições de clima temperado e ártico.

Como importadores que somos de tecnologia de países desenvolvidos temperados, caímos no erro gravíssimo de ignorar a verdade ecológica de que nos ecossistemas tropicais (e certamente mesmo nos agroecossistemas) a diversidade de espécies e, consequentemente, as interações entre os vários níveis tróficos das teias alimentares é muito maior do que nos ecossistemas de clima temperado. Isso sugere uma maior importância dos fatores bióticos naturais (competidores, inimigos naturais e patógenos) na estabilidade das populações das espécies animais e vegetais.

Esquecemos, ainda, que nas condições tropicais a uniformidade climática permite o desenvolvimento de maior número de gerações de uma espécie por ano, ao contrário do que acontece nas outras regiões onde invernos rigorosos limitam esse número. Desequilíbrios biológicos e resistências a produtos químicos, entre outros, e erupções de pragas devem, pois, ser muito mais frequentes e problemáticos nos trópicos, devido ao uso continuado e indiscriminado dos agrotóxicos.

As quantidades excessivas de produtos químicos usadas para combater pragas resistentes ou novas pragas agravam sobremaneira as condições ambientais, com total poluição dos meios de subsistência (água, ar, solo, alimentos) e destruição da flora e fauna.”

*Na foto, estão o Prof. Adilson Paschoal e a Profa. Ana Maria Primavesi, dois gigantes e pioneiros da pesquisa científica da agroecologia no Brasil – foto e trecho extraídos da postagem do Instagram de Ana Maria Primavesi

 

Para entender mais a história:

https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2021/03/apos-intimidacoes-por-luta-contra-agrotoxicos-colunista-da-radio-brasil-atual-decide-deixar-o-pais/

https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/2021/03/pesquisas-de-larissa-bombardi-veneno-exilio/?fbclid=IwAR34hbHLlOwueVuPGhs0nhViu_2kxxDbZ8hWnv5cTcQTN6wM5t82WCd8JLo

Açaí é saudável?


O açaí é uma fruta muito saudável, sim! Tem um enorme poder antioxidante, uma quantidade considerável de gorduras de boa qualidade e também de carboidratos. O que torna o açaí “não saudável” é a forma como costumamos consumi-lo, carregado de xarope, com leite condensado, paçoca, enfim, adicionado de muito açúcar, e também aqueles açaís industrializados com conservantes e outros aditivos…
Então pra aproveitar tudo de bom que essa fruta amazônica tem, consuma açaí de preferência puro, ou senão o mais natural possível, apenas adoçado levemente! E você pode, sim, acrescentar outros ingredientes saudáveis, como castanhas, banana, morango, granola, mel, preparado na tigela ou batido como um suco ou vitamina. Fica uma delícia, mata a fome e é saudável!
Aqui a gente tem um açaí super natural, certificado orgânico, nas versões pura ou levemente adoçado, da Sambazon. Uma ótima opção nesse calorão!!

Clicando aqui você encontra todos nossos produtos com açaí!

Suplementação alimentar: fazer ou não?

Primeiro, o que precisamos saber é que já fazemos suplementação. Quando ingerimos o sal ele vem acrescido de iodo (pois o iodo é importante para várias funções do nosso corpo, principalmente na tireoide), farinhas, leites em pó, achocolatados e mais uma gama enorme de alimentos são enriquecidos com ferro, ácido fólico e mais uma vasta gama de nutrientes. A questão é a qualidade desses nutrientes, que são geralmente de fontes sintéticas e não naturais, de onde eles vêm e como são absorvidos pelo nosso corpo.
Segundo, quando for suplementar, que seja com apoio profissional, como de uma nutricionista. Por quê? Cada indivíduo é único, tem diferentes tipos de alimentação, genética, condição de saúde, se estressa mais ou menos, diferentes hábitos, ou seja, tem que ter uma individualização.
Se vc tem bons hábitos, como uma boa alimentação, pratica exercícios com regularidade, tem um bom controle do estresse cotidiano e dorme bem, a suplementação neste caso é um bônus, é a “cereja do bolo” para sua saúde, e vai te trazer mais benefícios ainda.
Agora se vc não cultiva bons hábitos, a suplementação tbm é pra vc! Vai te dar uma força pra vc começar a reagir e buscar sempre um estilo de vida saudável.
Mas atenção, tomar suplementos por conta própria é danoso para o bolso e principalmente para sua saúde. Não acredite em “fórmulas mágicas”, tenha em mente que sua saúde depende dos seus bons hábitos, e não de pílulas milagrosas.
Eu, Maurílio, quem escreve este texto, faço uso de suplementos com orientação nutricional, e posso afirmar que foi uma escolha certeira. Minha concentração e foco aumentaram, muito mais disposição para o dia a dia e, é claro, alguns quilinhos a menos.

Alimentos diet e light

 Os Alimentos light (“leve”) são aqueles que tem a diminuição de algum ingrediente/nutriente na sua formulação, geralmente em torno de 25% a menos.
Os alimentos diet (“dieta”) são aqueles que na sua formulação excluem totalmente algum ingrediente/nutriente, sendo que os mais comuns são a ausência açúcar, sal, lactose, glúten, gorduras.
Mas não se engane! Por serem “diet” ou “light” passam a impressão de que podem ser consumidos em maior quantidade, e é aí que mora o problema. A redução ou falta de determinado ingrediente/nutriente não significa que o produto é menos calórico, por exemplo.
Muitos produtos com teores baixos de açúcar, estão recheados de gordura hidrogenada. O mesmo acontece com produtos de baixo teor de gordura, mas que estão lotados de açúcar e adoçantes que vão minando a nossa saúde.
Geralmente, estes produtos são extremamente ultraprocessados, contendo corantes, conservantes e mais uma gama de substâncias para melhorar seu sabor e textura.
Não estou generalizando e penalizando todos os alimentos diet e light, mesmo porque somos nós que fazemos as escolhas e muitas pessoas têm realmente algum tipo de restrição (por isso sempre bato na tecla de se consultar com uma nutricionista funcional, pois a qualidade de vida muda da água para o vinho, e eu sou uma prova).
O que quero passar é que não devemos cair em modismos fitness (temos que ter hábitos saudáveis por toda a vida), LER MUITO BEM OS RÓTULOS (FUNDAMENTAL) para fazer escolhas corretas. Vamos sempre priorizar alimentos frescos, descascar mais e desembalar menos!!!

Ovo, um alimento completo!

O Ovo foi muito mal falado por conta do colesterol contido nele, mas o colesterol é essencial para nossa saúde, é claro que nas quantidades certas, de acordo com nossa saúde individual. Essa epidemia da obesidade que vivemos hoje, é por causa do consumo abusivo de carboidratos.
Mas voltando a falar do nosso amigo, o ovo é um alimento rico em vitaminas como A, D, K, B2, B5 e B12 e minerais como potássio, fósforo, ferro e selênio.
Contém ômega 3 e colina, importante para nosso cérebro, caratenóides que contribuem para nossa visão. Contém mais um monte de nutrientes que só nos fazem bem.
Se possível consumir ovos orgânicos e caipiras, pois possuem uma maior nutrição que os convencionais, devido a todo o manejo diferenciado e principalmente a ração.
Varie as formas de preparar que nunca enjoa! Evito fritá-lo e use boas gorduras, como manteiga e óleo de coco.
Na nossa loja vc encontra vários tipos, da uma conferida www.organicossaocarlos.com.br/categoria-produtos/ovos/