Morango – potente, versátil, delicioso!

 

Morango
Os benefícios do morango para a saúde são diversos.
Seu sabor leve e marcante são a combinação ideal que faz desta fruta umas das mais versáteis na cozinha!
*Previne doenças cardiovasculares
O morango é um alimento rico em fibras e incorporá-las na alimentação ajuda a reduzir os riscos de pressão alta, acidente vascular cerebral (AVC) e doenças arteriais e auxilia o fortalecimento do sistema imune.
*Melhora a capacidade mental
O zinco presente no morango estimula as habilidades de pensamento, a vitamina C, a agilidade mental, já a vitamina B reduz os níveis de homocisteína que podem contribuir para a doença do Alzheimer.
*Combate a obesidade
As proteínas, fibras e gorduras boas presentes no morango causam sensação de saciedade, diminuindo a quantidade de alimento a ser consumida e aumentando o intervalo de tempo entre uma refeição e outras. É o efeito inibidor da fome que combaterá a obesidade.
*Mantém a saúde dos olhos
A zeaxantina é um carotenoide responsável por dar a cor vermelha à fruta e que está presente tanto no morango como no olho humano. Quando ingerido, este composto ajuda a proteger os olhos da luz solar e dos raios ultravioletas do sol, prevenindo o aparecimento de cataratas no futuro, por exemplo.
*Ajuda a manter a pele firme
A vitamina C presente no morango é um dos principais componentes que o corpo utiliza para a produção de colágeno que é responsável pela firmeza pele.
*Fortalece o sistema imune
Os morangos são uma fruta com elevado conteúdo em vitamina C, uma vitamina que ajuda a fortalecer o sistema imunitário e a aumentar a produção de células de defesa, fortalecendo a resistência natural do corpo a infecções, como gripes ou resfriados.
Consuma morangos orgânicos pois todos estes benefícios são potencializados e vc não ingere agrotóxicos!!

Biomassa de banana verde – potência para o intestino

Biomassa de banana verde
A biomassa é uma pasta feita com a banana verde cozida, e é um alimento funcional excelente para o organismo! É rico em amido resistente, um carboidrato que se comporta como uma fibra em nosso intestino, pois não é digerido pelo nosso corpo propriamente dito, mas sim pelos micro-organismos presentes no intestino grosso, sendo assim um alimento prebiótico.
Os benefícios de se consumir a biomassa de banana verde são enormes, uma vez que melhora a microbiota intestinal, proporcionando uma melhor absorção de nutrientes, melhorando a sensação de saciedade e ajudando a regular a glicemia e o colesterol.
A biomassa quase não tem sabor e é muito versátil, podendo ser usada de muitas formas, como batida junto a vitaminas e sucos, adicionada na sopa, em molhos (ela inclusive ajuda a deixar a receita mais cremosa), em doces fit, enfim, dá pra usar biomassa em quase tudo!
Aqui embaixo a gente explica como fazer, é super fácil!
Separe aproximadamente 10 a 12 bananas verdes da sua preferência, pode ser qualquer tipo, desde que não tenham começado a amerelar ainda. Coloque água para ferver em uma panela de pressão, e enquanto isso separe as bananas da penca uma a uma e lave-as. Quando a água ferver, coloque as bananas com a casca na panela. Feche e deixe cozinhar por 10 minutos após pegar pressão. Desligue o fogo e aguarde a panela perder a pressão naturalmente (assim o cozimento ainda vai continuar por um tempo). Com as bananas ainda quentes, descasque-as e coloque em um liquidificador ou processador, junto com um pouco de água filtrada ou mineral (quantidade suficiente para seu liquidificador conseguir bater). Depois de batido, o ideal é congelar em formas de gelo, assim você pode conservar por até cerca de 2 meses e a biomassa já fica em porções de um tamanho bom e fácil de usar.
Você pode consumir um cubinho de uma a duas vezes por dia, junto com bebidas ou refeições!

PANCs – Plantas Alimentícias Não Convencionais

As PANCs – Plantas Alimentícias Não Convencionais, são plantas com potencial alimentício e desenvolvimento espontâneo, mas que são consumidas em pequena escala ou utilizadas apenas em algumas regiões, não sendo produzidas comercialmente, de uma maneira geral.
De acordo com dados da ONU, apenas 30 espécies de plantas atendem a 95% da demanda humana por alimentação – isso em um universo de mais de 30 mil espécies. Quando consumimos sempre os mesmos alimentos, deixamos de absorver uma variedade de nutrientes essenciais à nossa saúde. Por isso, quanto mais variado e colorido for seu cardápio de vegetais, melhor!
As PANCs são frequentemente confundidas com ervas daninhas, porém, exatamente por serem nativas, é que elas aproveitam melhor os nutrientes do solo e, assim, são também interessantes à nossa saúde. Elas são ricas em fibras, antioxidantes e proteínas – inclusive, com concentrações de alguns nutrientes muito superiores às verduras que estamos acostumados a consumir. Costumam ser saborosas, fáceis de incluir na alimentação e ainda podem ser cultivadas em casa. Mas atenção, é preciso ter informação adequada sobre como identificar e preparar corretamente as PANCs, para se evitar confusões e não consumir ervas tóxicas, e não consuma PANCs provenientes de locais poluídos ou desconhecidos.
PANCs MAIS COMUNS:
*ORA-PRO-NOBIS: é muito comum na culinária mineira e riquíssima fonte de proteínas, aminoácidos e ferro. É bastante recomendada em dietas veganas e vegetarianas, mas todos podem se beneficiar de suas propriedades. Há estudos que mostram que ela pode ajudar a prevenir diabetes, câncer de cólon, varizes, tumores intestinais e hemorroidas.
*PEIXINHO: é uma suculenta e de cor verde-prateada, também conhecida como lambari da horta. Atua contra a tosse e irritações da faringe, além de apresentar ação microbiana e emoliente, amaciando e suavizando a pele. Pode ser servido frito ou empanado, em pratos elaborados ou como petiscos.
*CAPUCHINHA: podem ser consumidas as folhas, flores e sementes da planta. Ela possui sabor picante semelhante ao agrião e é rica em beta-caroteno, vitamina C e minerais, como potássio, cálcio e zinco, além de compostos sulfurosos benéficos ao sistema imunológico. Ajuda nos tratamentos de infecção urinária, insônia, é diurética, digestiva e sedativa.
*AZEDINHA: também chamada de erva-vinagreira, a azedinha é rica em ferro. Como seu nome já diz, apresenta um sabor ácido característico e pode ser consumida tanto crua quanto cozida, em sucos, saladas, refogados, massas e sopas. Porém, não deve ser consumida em grandes quantidades, pois possui uma alta concentração de ácido oxálico.
*CARURU: deve ser consumido exclusivamente cozido, para que as substâncias anti-nutricionais que algumas espécies possuem, sejam destruídas pelo calor. As folhas, principal parte da planta utilizada, possuem sabor semelhante ao espinafre e é normalmente é preparado refogado. É rico em beta-caroteno, vitaminas C, A, B1 e B2, magnésio, ferro, potássio, zinco, cálcio, fibras e compostos fenoicos, importantes anti-inflamatórios e antioxidantes que podem auxiliar na prevenção de casos de Alzhemeir e de Parkinson. Auxilia também no controle da pressão arterial, e também é recomendada para o combate de infecções e problemas hepáticos.
*TAIOBA: tem aspecto macio e sabor suave, é rica em cálcio, ferro, fósforo e vitaminas A e C. As folhas, os talos e a batata podem ser consumidas, porém devem ser SEMPRE COZIDAS para eliminar os efeitos do oxalato de cálcio presente na planta. Mas deve-se ter cuidado, pois existe a taioba comestível e a taioba brava, que é tóxica! A folha da taioba comestível é inteira verde, folha e talo. Folhas de plantas semelhantes com talo roxo, portanto, não devem ser ingeridas. Recomenda-se utilizar folhas novas com os talos, que devem ser bem lavadas, cortadas em tiras e fervidas por três minutos. Também pode-se apenas refogar muito bem, sem fervê-las na água. Auxilia na prevenção da osteoporose em mulheres na pós- menopausa, melhora a visão, combate a prisão de ventre, fortalece o sistema imunológico e previne anemia e osteoporose.
*BELDROEGA: suculenta e rasteira, pode-se utilizar suas folhas cruas ou refogadas, e suas sementes também são comestíveis. É rica em ômega 3, que melhora o sistema imune e ajuda a regular o colesterol, e também em antioxidantes e vitaminas A e C. Também apresenta propriedades diuréticas, analgésicas e anti-glicêmicas.
*DENTE DE LEÃO: pode ser consumida a planta inteira. É rica em potássio, vitaminas A, B, C e D. Possui também ação diurética, desintoxicante, e antioxidante. Reconhecida como uma das PANCs mais comuns, o dente-de-leão possui uma poderosa ação digestiva, recomendada para tratamentos do fígado. Pode ser utilizada para fazer chás, saladas, recheios, etc.
*SERRALHA: é muito parecida com o dente-de-leão, porém é possível diferenciá-las. A Serralha possui caule longo e desenvolve cachos de flores amarelas, enquanto o dente de leão tem apenas uma flor. Conhecida por combater dores no estômago e desintoxicar o fígado, é rica em minerais e vitaminas do complexo B, e tem ação anti-inflamatória, anticancerígena e purificante.
*FOLHA DE ABÓBORA: é rica em cálcio, ferro, vitamina B6 e muitos outros nutrientes, e pode ser consumida como uma verdura. Ela ajuda bastante a atenuar os efeitos da TPM, fortalecer ossos e dentes e melhorar o aspecto da pele.
Se você ficou interessado e quiser saber mais sobre as PANCs, neste link você pode acessar um livro gratuito que tem bastante informação:

Castanha do Brasil, uma riqueza da Amazônia

CASTANHA DO PARÁ
A castanha-do-brasil, também conhecida como castanha-do-pará, castanha-da-amazônia, castanha-do-acre, é uma semente oleaginosa que provém de uma árvore amazônica de grande porte, muito abundante no norte do Brasil. É um tesouro nacional que ganhou o mundo pelo seu sabor, versatilidade e propriedades nutritivas.
Ela vai bem na preparação de tanto de doces quanto de salgados e é uma ótima opção para quem busca uma vida mais saudável, pois é rica em gorduras boas e em um mineral chamado Selênio. Em média, uma única unidade (aproximadamente 6g) possui o dobro da dose de selênio recomendada por dia a um adulto saudável.
Confira alguns benefícios do consumo da castanha-do-brasil:
·         Melhora os níveis de lipídios e glicose no sangue.
·         Regula os níveis de colesterol no sangue, reduzindo, assim, os riscos de doenças no coração.
·         Regula a produção dos hormônios da tireoide, o T3 e o T4.
·         Combate a síndrome metabólica (conjunto de condições que aumentam o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e diabetes, como hipertensão arterial, nível elevado de açúcar no sangue, excesso de gordura corporal em torno da cintura e níveis de colesterol anormais).
·         Auxilia na prevenção de doenças neurológicas e cognitivas como o Alzheimer.
·         Neutraliza os radicais livres, moléculas que causam inúmeros prejuízos à saúde.
·         Prolonga a sensação de saciedade.
·         Auxilia no combate à obesidade.
É tudo de bom, além de ser uma delícia! Só não vale exagerar na dose, pois como ela é bastante gordurosa, o ideal é consumir com moderação. A indicação mais comum é consumir duas unidades por dia, para já se obter todos os benefícios que ela traz!
Fique atento à procedência, compre em locais que você confia e, de preferência, já previamente embaladas.
E você, gosta dessa maravilha brasileira? Nós adoramos e consumimos todos os dias!

Receita Peixe Assado com Crosta de Castanhas

Peixe assado com crosta de castanhas

1 pacote de filé de tilápia Korin
1/2 xícara de farinha de mandioca flocada
1/4 xícara de castanhas trituradas grosseiramente (da sua preferência, mas a dica é que com castanha do Pará ou amêndoas fica DELICIOSO)
50g manteiga gelada
1 limão espremido
azeite, sal e temperos a gosto

Descongele e tempere o peixe com pelo menos 2h de antecedência para ficar bem saboroso.
Preaqueça o forno a 200 ºC (temperatura média). Unte uma assadeira média com azeite.
Pique as castanhas grosseiramente e corte a manteiga em cubos.
Numa tigela, misture a castanha com a farinha de mandioca, tempere com uma pitada de sal e pimenta a gosto. Junte a manteiga e misture com as pontas dos dedos, até formar uma farofa úmida.
Transfira os filés de tilápia para a assadeira e regue cada uma com um fio de azeite. Disponha a farofa igualmente sobre cada filé, pressionando delicadamente para fixar – não pressione demais, senão não fica bem crocante!
Leve ao forno para assar por cerca de 20 minutos, ou até a crosta ficar dourada – o peixe deve estar assado mas ainda úmido no centro. Retire do forno e sirva a seguir.

Você pode acompanhar como preferir, com batata, abóbora, inhame, em pedaços ou purê, com uma boa salada, ou como fizemos nessa foto – com guacamole e uma saladinha básica, ficou UMA DELÍCIA! E é muito fácil e rápido de fazer!

Que tal essa dica pro seu almoço de Sexta-feira Santa? 

Esta receita é uma adaptação nossa da receita original da Rita Lobo – Robalo com crosta de castanha de caju.

Chocolate faz bem ou faz mal?

Aproveitando que a Páscoa está chegando, vamos falar um pouco sobre ele: o chocolate.

Sabemos que o chocolate promove inúmeras reações no corpo, inclusive aquela sensação de bem-estar, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

O cacau é considerado o alimento de maior nível de antioxidante do mundo, sendo um dos chamados super alimentos! Ele é rico em minerais como Zinco, Magnésio, Cálcio, Fósforo, Potássio, Selênio, Ferro, além de ser fonte de fibras.

O cacau é uma planta de origem Amazônica, e os antigos povos das Américas o chamavam de “Alimento dos Deuses”. A palavra chocolate é de origem Maya, e quer dizer água amarga, pois por mais de 4000 anos, Mayas e Aztecas consumiram uma bebida amarga produzida com o cacau.

O chocolate em barra surgiu após a criação de uma prensa que permitiu separar a gordura (manteiga) do cacau, que foi adicionada ao leite, ao extrato de cacau, frutas, mel ou açúcar e se transformou no chocolate como o conhecemos hoje. O chocolate ao leite foi inventado por um suíço em 1879.

A partir de 1975, a fim de se reduzirem custos, iniciou-se o uso da gordura vegetal hidrogenada substituindo manteiga de cacau e leite para a fabricação do chocolate, e posteriormente também se passou a adicionar a lecitina de soja. O grande problema é que os Óleos Vegetais são nocivos à saúde, principalmente na forma de gordura hidrogenada.

Até 2005 a legislação brasileira exigia um mínimo de 32% de sólidos de cacau na composição do chocolate, porém a partir desse ano a exigência baixou para apenas 25%. Por isso que é notável a diferença no sabor e na textura dos chocolates que encontramos no mercado hoje me dia, em relação àqueles que consumíamos há anos atrás, ou mesmo em relação aos chocolates europeus atuais, já que a União Europeia exige um teor mínimo de 35% de matéria seca de cacau.

Mas calma, há esperança!! É possível encontrar chocolates de excelente qualidade se você souber procurar! Verifique os rótulos, veja a composição dos produtos e prefira aqueles que não têm GVH (gordura vegetal hidrogenada). Os chocolates com 70% ou mais cacau são facilmente encontrados e são muito mais saudáveis que os comuns. Alguns deles ainda têm um teor alto açúcar, mas existem aqueles com teor reduzido ou então adoçados com açúcar de coco (de baixo índice glicêmico), ou estévia (adoçante natural, considerado o mais saudável).

Aqui na loja temos ótimas opções como estes:

*Only4: 70% cacau, vegano e adoçado com açúcar de coco.

*Chocolife: 67% cacau, vegano, com leite de coco, adoçado com estévia e rico em fibras.

*Native: 75 a 85% cacau, sem lácteos, orgânico.

Veja as opções aqui: https://organicossaocarlos.com.br/categoria-produto/chocolates/

Agrotóxicos, o problema é ainda maior do que parece

 

Em solidariedade à pesquisadora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) Larrissa Mies Bombardi, que publicou em 2019 seu atlas “Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia” e que, por estar sofrendo ameaças e perseguições por conta disso, está se exilando fora do país, publicamos aqui um trecho do livro “Pragas, agrotóxicos e a crise ambiente, de Adilson Paschoal, professor Sênior do Departamento de Entomologia e Acarologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, USP.

“No Brasil, embora pouquíssimos dados concretos existam sobre os efeitos colaterais dos agrotóxicos, já se sabe que em linhas gerais eles causam os mesmos problemas observados em outros países.

Há uma diferença, porém, que tem escapado à observação dos pesquisadores, principalmente porque o número de ecologistas e de estudos ecológicos nos trópicos e subtrópicos é deveras escasso: a intensidade desses efeitos deve ser muito mais acentuada nas condições de baixa latitude do que nas condições de clima temperado e ártico.

Como importadores que somos de tecnologia de países desenvolvidos temperados, caímos no erro gravíssimo de ignorar a verdade ecológica de que nos ecossistemas tropicais (e certamente mesmo nos agroecossistemas) a diversidade de espécies e, consequentemente, as interações entre os vários níveis tróficos das teias alimentares é muito maior do que nos ecossistemas de clima temperado. Isso sugere uma maior importância dos fatores bióticos naturais (competidores, inimigos naturais e patógenos) na estabilidade das populações das espécies animais e vegetais.

Esquecemos, ainda, que nas condições tropicais a uniformidade climática permite o desenvolvimento de maior número de gerações de uma espécie por ano, ao contrário do que acontece nas outras regiões onde invernos rigorosos limitam esse número. Desequilíbrios biológicos e resistências a produtos químicos, entre outros, e erupções de pragas devem, pois, ser muito mais frequentes e problemáticos nos trópicos, devido ao uso continuado e indiscriminado dos agrotóxicos.

As quantidades excessivas de produtos químicos usadas para combater pragas resistentes ou novas pragas agravam sobremaneira as condições ambientais, com total poluição dos meios de subsistência (água, ar, solo, alimentos) e destruição da flora e fauna.”

*Na foto, estão o Prof. Adilson Paschoal e a Profa. Ana Maria Primavesi, dois gigantes e pioneiros da pesquisa científica da agroecologia no Brasil – foto e trecho extraídos da postagem do Instagram de Ana Maria Primavesi

 

Para entender mais a história:

https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2021/03/apos-intimidacoes-por-luta-contra-agrotoxicos-colunista-da-radio-brasil-atual-decide-deixar-o-pais/

https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/2021/03/pesquisas-de-larissa-bombardi-veneno-exilio/?fbclid=IwAR34hbHLlOwueVuPGhs0nhViu_2kxxDbZ8hWnv5cTcQTN6wM5t82WCd8JLo

Açaí é saudável?


O açaí é uma fruta muito saudável, sim! Tem um enorme poder antioxidante, uma quantidade considerável de gorduras de boa qualidade e também de carboidratos. O que torna o açaí “não saudável” é a forma como costumamos consumi-lo, carregado de xarope, com leite condensado, paçoca, enfim, adicionado de muito açúcar, e também aqueles açaís industrializados com conservantes e outros aditivos…
Então pra aproveitar tudo de bom que essa fruta amazônica tem, consuma açaí de preferência puro, ou senão o mais natural possível, apenas adoçado levemente! E você pode, sim, acrescentar outros ingredientes saudáveis, como castanhas, banana, morango, granola, mel, preparado na tigela ou batido como um suco ou vitamina. Fica uma delícia, mata a fome e é saudável!
Aqui a gente tem um açaí super natural, certificado orgânico, nas versões pura ou levemente adoçado, da Sambazon. Uma ótima opção nesse calorão!!

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Consequências da obesidade e da má alimentação

A obesidade é um problema sério, que traz inúmeras consequências ruins para a saúde, podendo servir como “gatilho” para uma série de doenças.
Sabemos que a melhor solução seria uma boa dieta e mudança de estilo de vida, porém isso não é algo tão simples, pois requer dedicação, investimento e, principalmente, informação.
Por muito tempo se taxaram as gorduras, principalmente os alimentos que continham colesterol, como as “grandes vilãs” da história, causadoras de obesidade, problemas cardíacos, etc., mas não é bem assim. Hoje se sabe, através de diversos estudos científicos, que o maior problema está no consumo excessivo de carboidratos – açúcares, farinhas refinadas, entre outros, presentes principalmente nos alimentos industrializados e ultraprocessados.
Para termos uma boa saúde e controlar nosso peso, o ideal é excluirmos os alimentos nocivos da nossa dieta. Não é somente uma questão de se “contar calorias”, pois todo alimento tem calorias, e a origem/fonte dessas calorias é muito mais importante do que a quantidade em si.
O que faz a diferença é uma combinação de fatores, como a fonte da caloria, se vem das proteínas, carboidratos, gorduras, qual a carga glicêmica, os horários da refeição. Precisamos nos alimentar com equilíbrio, e conforme nosso corpo necessita. O ideal seria ter a orientação de um nutricionista, porém como nem sempre isso é possível, procure se alimentar da forma mais natural possível, consumindo mais legumes, frutas, verduras e menos “comida pronta”, processada.  Descasque mais e desembale menos, é meio “clichê”, mas é fato! Cozinhe mais!
Modere o consumo de açúcares e carboidratos de forma geral, que não está somente nos doces, mas também no pãozinho, na bolacha, no macarrão, no arroz branco, no suco de caixinha, etc.
Leia sempre os rótulos daquilo que você consome – sabia que os ingredientes dos produtos são relacionados por ordem de quantidade? Então se o primeiro ingrediente for “açúcar”, cuidado! Procure verificar a composição daquilo que você come, se tem muito açúcar, muita farinha, ou mesmo outros carboidratos “disfarçados” em outros termos, como xarope de milho, glicose, frutose, etc.
Para as mamães e os papais, muito cuidado com os “lachinhos” das crianças, procure sempre alimentos mais naturais, como frutas e alimentos que contenham mais proteínas, fibras, gorduras boas, e o mínimo possível de açúcar. Sucos de caixinha, achocolatados prontos, bolachas recheadas, macarrão instantâneo, sorvetes industrializados, pão, isso tudo é muito nocivo para a saúde das crianças e já pode desencadear um processo de ganho de peso muito cedo, além de criar “vícios” em alimentos carregados de açúcar, sal e gordura hidrogenada, que fazem muito mal à saúde.

Suplementação alimentar: fazer ou não?

Primeiro, o que precisamos saber é que já fazemos suplementação. Quando ingerimos o sal ele vem acrescido de iodo (pois o iodo é importante para várias funções do nosso corpo, principalmente na tireoide), farinhas, leites em pó, achocolatados e mais uma gama enorme de alimentos são enriquecidos com ferro, ácido fólico e mais uma vasta gama de nutrientes. A questão é a qualidade desses nutrientes, que são geralmente de fontes sintéticas e não naturais, de onde eles vêm e como são absorvidos pelo nosso corpo.
Segundo, quando for suplementar, que seja com apoio profissional, como de uma nutricionista. Por quê? Cada indivíduo é único, tem diferentes tipos de alimentação, genética, condição de saúde, se estressa mais ou menos, diferentes hábitos, ou seja, tem que ter uma individualização.
Se vc tem bons hábitos, como uma boa alimentação, pratica exercícios com regularidade, tem um bom controle do estresse cotidiano e dorme bem, a suplementação neste caso é um bônus, é a “cereja do bolo” para sua saúde, e vai te trazer mais benefícios ainda.
Agora se vc não cultiva bons hábitos, a suplementação tbm é pra vc! Vai te dar uma força pra vc começar a reagir e buscar sempre um estilo de vida saudável.
Mas atenção, tomar suplementos por conta própria é danoso para o bolso e principalmente para sua saúde. Não acredite em “fórmulas mágicas”, tenha em mente que sua saúde depende dos seus bons hábitos, e não de pílulas milagrosas.
Eu, Maurílio, quem escreve este texto, faço uso de suplementos com orientação nutricional, e posso afirmar que foi uma escolha certeira. Minha concentração e foco aumentaram, muito mais disposição para o dia a dia e, é claro, alguns quilinhos a menos.